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AGRISHOW 2017

Feira mostra vitalidade da indústria brasileira de máquinas agrícolas

maio 2017

Pela quarta vez LEXICAR visita a Agrishow, maior feira de máquinas agrícolas do hemisfério sul.

Em sua 24a edição, instalada em área de 440.000 m2 em Ribeirão Preto, epicentro da região sucro-alcooleira do Estado de São Paulo, por ela circularam quase 160 mil visitantes entre os dias 1 e 5 de maio. Ao final dos limitados cinco dias de evento, resultados extraordinários, em especial se consideramos o atual momento de recessão do país: 2,2 bilhões de Reais em negócios.

Mais de 800 empresa montaram stands na feira. Todos os segmentos do setor estiveram presentes, das máquinas e implementos agrícolas a defensivos, sementes e fertilizantes, de caminhões, pneus e motores a silos e armazéns, de equipamentos para irrigação a sacaria e embalagens. Mas não só: tentando aproveitar o bom momento por que passa o agronegócio nestes tempos conturbados que vivemos, dois outros setores se fizeram representar em peso: as indústrias de utilitários e automóveis e a de máquinas de construção.

Entre as primeiras, participaram da Agrishow Fiat, Jeep, Nissan, Toyota, Volkswagen, Renault, Ford, Mitsubishi, Suzuki, Chevrolet, Honda, Land Rover e até Jaguar. Tal é o alcance da Agrishow, que a Hyundai aproveitou a feira para apresentar em primeira mão seu novo caminhão leve HD 80.

Dos fabricantes nacionais de equipamentos de construção estiveram presentes Caterpillar, JCB, Liebherr, Manitou, SDLG e XCMG, além das indefectíveis marcas chineses de baixo preço. Também três dos maiores produtores de máquinas agrícolas reservaram amplas áreas para mostrar seus equipamentos de “linha amarela” – carregadeiras, escavadeiras hidráulicas, motoniveladoras, retroescavadeiras, manipuladores e tratores de esteiras. Houve lançamentos no evento.

(Naturalmente, esta “zona cinzenta” entre os dois segmentos tende a ser explorada por todos: são fornecedores de máquinas de construção apresentando a aplicabilidade de seus produtos no agronegócio e são fabricantes de tratores agrícolas de rodas dotando-os de implementos especializados para construção, como pás e retroescavadeiras.)

A seguir descrevemos as principais novidades nacionais mostradas na feira. Para obter maiores detalhes sobre as empresas e os veículos e equipamentos citados, faça o link com a página correspondente em LEXICAR.

 

Budny

Indústria catarinense de equipamentos para a agroindústria, iniciou em 2010 a fabricação de tratores de pneus. Apresentou o protótipo de um veículo para coleta manual de legumes e frutas rasteiras e em arbustos. Acionado por um pequeno motor diesel de 3 cv, possui tração nas quatro rodas, transmissão e direção hidráulicas e três assentos, para os coletores e o operador, que também pode participar da coleta (realizada com o veículo em movimento) enquanto dirige.

Case

Pertencente ao Grupo CNH (controlado pela Fiat), é simultaneamente um dos “cinco grandes” do segmento de máquinas agrícolas e dos maiores no de equipamentos de construção, de onde veio sua única novidade da feira: a pá carregadeira compacta 580N, com peso operacional de 7,5 t e 85 cv de potência. Derivada da retroescavadeira equivalente, possui caçamba padrão com 1,0 m3, com opção de receber modelo tipo “4 em 1”, com 0,8 m3 e apta a agarrar, nivelar e espalhar, além de escavar e carregar material.

 

     

Protótipo de veículo para coleta manual de frutas e legumes da Budny e carregadeira compacta Case 580N (fotos: LEXICAR e divulgação)

 

Hyundai

A CAOA – braço goiano da Hyundai – aproveitou a oportunidade para anunciar o relançamento de seu caminhão leve, prometido desde 2015, quando o modelo HD 75 foi retirado de linha por desconformidade com a legislação ambiental. Agora denominado HD 80, equipado com motor de gerenciamento eletrônico FPT turbo de três litros e 170 cv, teve o peso bruto total aumentado de 7,5 para 8,0 toneladas.

Jacto

Fundada em 1948 e uma das mais respeitadas empresas do setor, a paulista Jacto produz máquinas colhedoras de café, carros elétricos para transporte industrial e equipamentos de pulverização e de distribuição de fertilizantes. Destes últimos, lançou dois novos modelos: Uniport 5030 NPK (com reservatório para 5.000 kg, faixa de aplicação de 50,0 m) e Uniport 3030 NPK (para 3.000 kg e com faixa de aplicação de 15,0 m). Ambos possuem motor de 243 cv, transmissão hidrostática 4×4 e suspensão pneumática, o primeiro adicionalmente dispondo de direção nas quatro rodas.

 

     

Caminhão Hyundai HD 80 e distribuidor de fertilizante Jacto Uniport 5030 NPK (fotos: LEXICAR e divulgação)

 

Jan

Tradicional fabricante gaúcho de implementos agrícolas, em 2009 ingressou no segmento de pulverizadores. Lançou duas máquinas na Agrishow: o distribuidor de adubo SpartLancer, com 190 cv, transmissão hidrostática 4×4, suspensão pneumática independente, direção nas quatro rodas e tanque de 5 m3; e o pulverizador Power Jet 2650, versão maior do tradicional modelo Power Jet 2500, com 130 cv, câmbio mecânico, tração 4×4 e tanque de defensivos de 2.650 litros.

JCB

Empresa britânica de máquinas de construção, com fábrica no Brasil desde 2012, escolheu a Agrishow como local para o lançamento de três novos modelos de escavadeiras hidráulicas, agregados aos dois já em linha: JS210 (20,2 t, caçamba com 1,14 m3), JS220LC (22,2 t e 1,25 m3) e JS235LC (23,5 t e 1,50 m3). Todos são equipados com motor de 173 cv.

 

     

Dois lançamentos da Jan: pulverizador Power Jet 2650 e distribuidor de adubo SpartLancer (fotos: LEXICAR e divulgação)

     

Escavadeira hidráulica JCB JS210 e trator John Deere 6100J (divulgação)

 

John Deere

Subsidiária do maior produtor norte-americano de máquinas agrícolas, a John Deere trouxe cinco novidades nacionais para a feira: atualização dos cinco modelos das Séries 6E e 6J (tratores 6100E/J, 6150J e 6170E/J), trazendo novos motores com gerenciamento eletrônico (100, 150 e 170 cv), capô redesenhado e tanque de combustível com maior capacidade; novo trator da Série 7J (7230J, com 230 cv); novo modelo da Série 8R (8400R, com 400 cv e suspensão dianteira independente – agora o maior da marca produzido no país); máquina florestal 2144G (escavadeira hidráulica própria para receber implementos florestais – primeiro equipamento nacional da categoria); e versão canavieira da pá carregadeira 624K-II, com caçamba própria para bagaço de cana.

 

     

Tratores John Deere 7230J e 8400R (fotos: divulgação e LEXICAR)

     

Máquina Florestal 2144G e carregadeira 624K-II com caçamba para bagaço de cana, ambos da John Deere (divulgação)

 

Kuhn

Principal fabricante francês de equipamentos para a agricultura, em 2014 adquiriu o controle acionário da brasileira Montana, com isto herdando uma moderna e premiada família de pulverizadoras por ela desenvolvida. Na Agrishow lançou o modelo Stronger 3000 MT, versão 4×2 com transmissão mecânica do tradicional pulverizador Stronger 3000. A nova máquina traz motor MWM de 180 cv, câmbio de seis marchas com diferencial de dupla velocidade e barras de alumínio com 40,0 m de largura.

Landini

Marca italiana de tratores, nacionalizada em 2005 pela empresa paranaense Montana e desde 2015 produzida em fábrica própria, em Minas Gerais. Apresentou a família de tratores leves Brutus, com três modelos: 75 (3,15 t, motor Perkins aspirado de 75 cv), 90 (3,37 t, turbo de 83 cv) e 110 (3,45 t, turbo com aftercooler de 102 cv). Todos possuem tração 4×4 e câmbio manual de 12 marchas com reversor.

 

     

Pulverizador Kuhn Stronger 3000 MT e trator Landini Brutus 110 (fotos: LEXICAR e divulgação)

 

Mahindra

Marca indiana de tratores fabricada no Brasil pela empresa Bramont, no Rio Grande do Sul. Lançou os tratores 8000S e 9500S, atualização dos modelos 8000 e 9200 4WD, que passaram por leve modernização: capô e para-lamas redesenhados, conjunto ótico com leds e plataforma racionalizada, agora preparada para receber cabine. A mecânica permanece a mesma: motor Mahindra de 3,2 litros e 80 cv e 3,5 litros e 92 cv, tração nas quatro rodas e 12 marchas à frente e 12 a ré.

Massey Ferguson

Pertencente ao grupo norte-americano AGCO e um dos maiores fabricantes de máquinas agrícolas do país, a Massey lançou duas novas séries de tratores – 7200 e 7700 Dyna-6 – cada uma com quatro modelos. A Série 7200 é composta pelas máquinas MF 7214, MF 7215, MF 7217 e MF 7219, respectivamente com 149, 155, 175 e 190 cv, todas com piloto automático e câmbio manual 12 marchas para frente e cinco a ré. A Série 7700 Dyna-6, que traz transmissão automática e é projetada para simultaneamente operar implementos na dianteira e traseira, compreende os modelos MF 7719, MF 7720, MF 7722 e MF 7725 (195, 210, 230 e 250 cv).

 

     

Tratores Mahindra 8000S e 9500S e Massey Ferguson MF 7219 (fotos: LEXICAR e divulgação)

     

Tratores Massey Ferguson MF 7720 e New Holland T6.130 (divulgação)

 

New Holland

Como a Case, a New Holland pertence ao grupo CNH e produz máquinas agrícolas e de construção. Além do lançamento de rotina representado pela série T6 – MAR 1 – a antiga linha T6, composta dos modelos T6.110 e T6.130, agora equipada com motores de gerenciamento eletrônico, a empresa apresentou a nova família de colheitadeiras de grãos CR EVO. Resultado da modernização de quatro máquinas de duplo rotor existentes e do lançamento de um novo modelo – todos com motores de gerenciamento eletrônico, aumento de potência, capacidade de colheita e conteúdo tecnológico – a série compreende as máquinas seguintes: CR5.85 (atualização do modelo, agora com 319 cv), CR6.80 (com 364 cv e tanque graneleiro de 7.050 litros, substituindo a CR6080), CR7.80 (com 442 cv e tanque de 10.700 litros, em lugar da CR9060), CR7.90 (inédita, com 487 cv, 12.300 l e rotores de 17″) e CR8.90 (com 571 cv, 14.500 l e rotores de 22″, tomando o lugar da CR8090). Entre os avanços tecnológicos das linha CR EVO estão ajuste da rotação do ventilador vinculado à inclinação do terreno, sistema de detecção de pedras no caminho e controle automático de velocidade de deslocamento em função da carga do motor ou do índice de perdas.

 

Colheitadeira New Holland CR 8.90 EVO (divulgação)

 

Stara

Importante fabricante gaúcho de implementos agrícolas, em 2009 passou a produzir pulverizadores e, em 2015, tratores sobre pneus. Dentre suas oito novidades apresentadas na feira, duas são de equipamentos autopropelidos: atualização do pulverizador Gladiador 2300 (transmissão hidrostática 4×4, suspensão pneumática e tanque de produto de 2.300 litros, agora com motor de 180 cv e barras de 27 m de largura); e incrementação do inovador modelo Imperador 3.0, equipamento que combina as funções pulverização e distribuição de fertilizantes, que ganhou barras de 30 m e sistema “Sobe-Desce”, permitindo aumentar o vão livre de 1,43 para 1, 83 m. Permanecem as demais características: motor MWM turbo de 205 cv, transmissão hidrostática 4×4 com controle de tração, suspensão pneumática, tanque para fungicida com 2.400 l e reservatório para fertilizante com 2,7 m3.

Valtra

Segunda marca de máquinas agrícolas do grupo AGCO, trouxe três lançamentos: tratores Série A Geração 4, composta dos modelos A114, A 124 e A 134, com câmbio manual de 12 marchas reversíveis, atualização da geração anterior, agora equipada com motores “eletrônicos” (de 115, 125 e 135 cv); Série A4 HiTech (as mesmas máquinas, porém com câmbio automático Powershift); e a Série T CVT, modelos pesados T195, T210, T230 e T250 (de 195, 210, 230 e 250 cv) com câmbio automático continuamente variável e eixo dianteiro com suspensão.

 

     

Pulverizadores Stara Imperador 3.0 e Gladiador 2300 (fotos: LEXICAR).

     

Tratores Valtra Série T CVT e Série A4 HiTech (divulgação)

 

 

 





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LAAD 2017

A grande feira de equipamentos militares da América Latina

abril 2017

Entre os dias 4 e 7 do mês de abril, na cidade do Rio de Janeiro, ocorreu a 11a edição da LAAD Defence & Security, a maior feira internacional de equipamentos militares da América Latina. Mais de 37.000 pessoas circularam pelos três grandes pavilhões do Riocentro ocupados pela mostra, onde mais de 450 empresas nacionais e estrangeiras expuseram produtos e serviços do setor aeroespacial e das indústrias naval, eletroeletrônica, de veículos blindados terrestres, mísseis, armamentos e munições.

A pujança da feira e a fartura de recursos técnicos, científicos e materiais investidos nos diversos setores pareciam vir de um planeta sem pobreza, recessão econômica ou crises políticas. 26 países montaram stands próprios, mostrando parte de suas “conquistas” no desenvolvimento e produção de “soluções” para problemas de defesa e segurança interna. Os cinco continentes estiveram representados, e além dos EUA, China, Rússia e os principais países europeus, marcaram presença, com equipamentos e sistemas sofisticados Israel, Índia, Turquia, Cingapura, Ucrânia, Sérvia, África do Sul e Nova Zelândia. Da América Latina vieram Argentina, Peru, Chile e Colômbia. Grandes estaleiros e indústrias de peso, como Airbus, Boeing e Saab, investiram fortemente na mostra.

Também o Brasil mostrou o que produz, ainda que sem o vigor das décadas de 70 e 80, quando nossa indústria ocupou posição relevante, a nível mundial, no fornecimento de equipamentos militares. Com o encolhimento das verbas federais para defesa nos anos 80, contudo, o setor de viaturas militares recuou e muitas empresas nacionais faliram. Até a mais importante de todas – a Engesa – se foi, e muito do que foi conquistado pelos órgãos de pesquisa e desenvolvimento do Exército se perdeu.

No que se refere à área de interesse de LEXICAR – o segmento dos veículos autopropelidos terrestres -, dos atores importantes de então apenas um sobreviveu: a Avibras, graças a seu bem sucedido Sistema Astros, que ainda encontra mercado certo no exterior. A ela se juntariam, já na passagem do século, a InbraFiltro (atual Inbra) e a Agrale, ambas propondo veículos menos complexos e sofisticados.

Há pouco mais de uma década foi retomado o investimento estatal nas Forças Armadas. Então, ao se decidir iniciar a modernização da frota nacional de blindados pesados (processo que hoje mais uma vez corre perigo, em função dos drásticos cortes no Orçamento Federal), não mais foram encontradas firmas brasileiras estruturalmente capazes de (ou interessadas em) participar do desenvolvimento conjunto de novos equipamentos.

Os primeiros esforços, centrados na concepção de um blindado sobre rodas 6×6, culminaram com licitação internacional para a fabricação seriada (a ser executada no Brasil), pela qual acabou sendo adjudicada uma firma estrangeira – a italiana Iveco. O mesmo ocorre com o fornecimento do armamento e da maior parte dos sistemas periféricos previstos para a nova viatura, contratado junto a uma empresa israelense, que efetuará os trabalhos através de duas subsidiárias locais, especialmente constituídas para executar os serviços.

Com relação aos blindados sobre esteiras os efeitos do enfraquecimento do setor se fizeram sentir com mais força: além postergar planos de desenvolvimento local de novo equipamento, e retrocedendo quarenta anos na história, o Brasil voltou a importas equipamentos usados de exércitos estrangeiros.

Seis fabricantes nacionais de veículos terrestres estiveram presentes na LAAD 2017: Agrale, Avibras, Inbra, Iveco, Scania e XCMG (para obter mais detalhes sobre as marcas e modelos citados a seguir, linque as páginas correspondentes em LEXICAR):

AGRALE

Fabricante dos utilitários Marruá 4×4 para uso civil e militar. Para as Forças Armadas e exportação produz uma dezena de diferentes modelos, a maior parte da categoria VTNE (Viatura de Transporte não Especializado) com capacidade para 1/2, 3/4, 1,5 e 2,5 toneladas. Alguns modelos foram expostos no stand da marca, dois deles como lançamentos, ambos variantes de veículos existentes: AM 21 GLO (para atuação em situações de tumulto) e AM 31 Ambulância.

 

     

Foram da Agrale os dois únicos veículos novos brasileiros da feira: AM 21 GLO (à esquerda) e AM 31 Ambulância (foto da direita: LEXICAR). 

 

AVIBRAS

Além do Astros III, sistema integrado de defesa antiaérea de alta mobilidade e precisão, equipamento não exposto porém amplamente divulgado na feira, a Avibrás mostrou a viatura Guará, VBMT-LR (Viatura Blindada Multitarefa – Leve sobre Rodas) de 10 t, com 250 cv, transmissão automática e direção e tração nas quatro rodas, com a qual em 2014 participou de concorrência internacional para fornecimento de 186 unidades para o Exército, perdida para a Iveco.

INBRA

Empresa especializada em blindagens, em 1994 projetou e construiu seu primeiro protótipo de veículo militar. Mostrou na LAAD 2017 o VBMT-LR Gladiador II, de 9,2 t, 4×4 com 186 cv e transmissão automática, desenvolvido para a mesma concorrência de 2014, da qual também participou a Avibras.

IVECO

Braço da Fiat para fabricação de veículos comerciais, em 2009 venceu concorrência do Exército para o fornecimento, em 20 anos, de 2.044 unidades do VBTP Guarani (Viatura Blindada de Transporte de Pessoal), 6×6 de 18 t com capacidade anfíbia, 380 cv e câmbio automático, do qual cerca de 200 já foram concluídas. O blindado foi mostrado com destaque em diversos stands da feira.

Em 2016, com a viatura LMV, de projeto italiano, a empresa também venceu mais uma licitação do Exército, agora destinada ao fornecimento de 186 unidades da categoria VBMT-LR. Uma unidade importada foi exposta em seu stand.

 

     

Avibras Guará (à esquerda) e Inbra Gladiador III (fotos: LEXICAR).

 

SCANIA

Expôs a versão militarizada do caminhão P360 6×6, de 35 t, com 360 cv e câmbio manual de oito marchas.

XCMG

Em sua primeira participação na LAAD, a subsidiária da empresa chinesa mostrou o rolo compactador articulado tipo pé-de-carneiro XS83PDBR.

 

 

 

 





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