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ARGO

Um novo Fiat nas ruas

junho 2017

O último ano não tem proporcionado à Fiat brasileira seus melhores momentos. O pequeno Mobi, do qual tanto se esperava, após 14 meses ainda não decolou. Em 2016 a marca foi ultrapassada pela Chevrolet como maior fabricante de carros do país. Em janeiro de 2017 retirou de linha, de uma só vez, cinco modelos e, talvez por isto, recuou mais uma posição no total de vendas no primeiro quadrimestre do ano, perdendo o posto para a Volkswagen.

Coerente com sua tradicional agilidade na tomada de decisões, contudo, a Fiat já preparava novas armas para a guerra do mercado, a cada dia mais dura. A primeira delas, oficialmente apresentada à imprensa nos últimos dias de abril, atendia por um novo nome – Argo. Seus alvos principais: os atuais líderes de mercado Chevrolet Ônix e Hyundai HB20.

Pequeno hatch projetado no Brasil e inspirado no Tipo europeu, o modelo substituirá a um só tempo Bravo, Punto e as versões mais caras do Palio. A curto prazo, em seqüência lógica, será desdobrado em um sedã para ocupar o lugar do Linea e do Gran Siena.

Com tração dianteira, cinco portas, 4,00 metros de comprimento, 2,52 de distância entre eixos e bagageiro com 300 litros de capacidade, o novo carro traz alguns traços marcantes de estilo, como o rebaixo no teto, detalhe acompanhado por recorte no para-brisa, as luzes de posição de leds, posicionadas numa tira acima dos faróis, e os refletores traseiros, em L invertido.

O Argo chega com três opções de motor (Firefly 1.0 de três cilindros e 72/77 cv, Firefly 1.3 de quatro cilindros e 101/109 cv e E-torQ 1.8 de 16 válvulas e 135/139 cv), três de câmbio (manual de cinco marchas, automatizado GSR de cinco marchas com comando por botões e automático de seis marchas) e três versões de conteúdo e acabamento.

A suspensão é tipo McPherson na dianteira e por eixo de torção com molas helicoidais na traseira e os freios são a disco na frente (ventilados nas versões com motor 1.8) e a tambor atrás. A carroceria recebe aço de alta resistência e durabilidade nos pontos críticos. Alguns elementos elétricos e do painel foram adotados da picape Toro e do Jeep Renegade.

 

     

Fiat Argo Drive 1.3 e 1.0.

 

As versões são as seguintes: Drive (nas variantes 1.0 e 1.3 manual e 1.3 GSR), Precision (1.8 manual e automático) e HGT (1.8 manual e automático). Todas elas trazem direção com assistência elétrica, ar condicionado, trava elétrica, airbags frontais, sistema start/stop, volante ajustável em altura e retrovisores com pisca-pisca.

Dependendo da variante, a versão básica Drive pode ainda incluir, de série, assistente de saída em rampa, controladores de velocidade, de estabilidade e tração, monitoramento da pressão dos pneus, vidros elétricos, volante com comando de áudio e telefone, piloto automático, áudio com tela tátil de 7″ e tomada USB para passageiros do banco de trás.

Além destes itens, a versão Precision inclui banco traseiro bipartido 60/40, volante ajustável em distância, luzes de posição de leds, faróis de neblina, rodas de liga de 15″, volante revestido em couro e alarme. A versão “esportiva” HGT, por fim, traz ainda detalhes internos e externos em vermelho, botão de partida, rodas de 16″, “anexos aerodinâmicos” (leia-se: arcos de rodas, saias laterais e aerofólio pretos), suspensão recalibrada, apoia-braço para o motorista e ponteira dupla nas saídas do escapamento.

São muitos os opcionais disponíveis, entre os quais câmera traseira com sensor de estacionamento, retrovisores com rebatimento elétrico, bancos de couro, airbags laterais, sensores de faróis e de chuva, ar condicionado digital, acesso sem chave e pintura metálica ou perolizada.

 

     

Fiat Argo HGT.

 

 

 

 

 





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KWID

Renault apresenta o automóvel mais barato do país


Na primeira semana de junho a Renault deu início à campanha de lançamento de mais um modelo – o pequeno Kwid.

Não se atemorizando com a persistente crise por que passa o país, a empresa dá continuidade à sua (muito bem-sucedida) estratégia de conquista de espaço. Num ambiente de competição cada vez mais acirrada, a Renault agora busca se expandir na faixa inferior do mercado, trazendo um veículo moderno e barato.

Assim, ao mesmo tempo que divulgava as primeiras imagens oficiais do modelo e se preparava para lançá-lo, ainda em junho, no Salão do Automóvel de Buenos Aires, abriu o programa de pré-vendas, devidamente apoiado por uma campanha de marketing simpática e criativa, incluindo irreverentes e bem-humorados esquetes de propaganda inseridos na internet e televisão, brincando com o inusitado nome dado ao carro.

Apesar da pretensão de ser O SUV dos Compactos, como anunciado, o Kwid é “apenas” um pequeno hatch, do porte do Volkswagen up!, com posição de dirigir mais alta, ares de utilitário esportivo, vão livre maior do que o usual (18 cm), e bons ângulos de entrada e de saída (respectivamente 24 e 400) – o que não é pouco, convenhamos.

Seu maior apelo, contudo, estará no preço. Com acabamento interno simples mas bem cuidado, foi cotado em R$ 29.990 na versão básica, tornando-se o automóvel mais barato fabricado no Brasil – com o mesmo preço do simplório Chery QQ.

Comercializado na Índia desde 2015, o Kwid foi exposto no Salão de São Paulo, em novembro de 2016, em versão conceitual. O modelo agora chega equipado com o novo motor SCe flex de três cilindros, 12 válvulas e 999 cm3 – o mesmo do Logan e Sandero, porém sem duplo comando de válvulas de abertura variável, o que limita sua a potência a 66/70 cv. Traz câmbio manual de cinco marchas, suspensão dianteira McPherson e traseira por eixo de torção e freios a disco na frente e a tambor atrás. Motor e tração são dianteiros.

 

     

Renault Kwid Intense.

 

São três as versões de conteúdo e acabamento. Já a básica Life vem com airbags frontais e laterais, bancos dianteiros com apoio fixo para a cabeça, cintos com ajuste de altura, espelho de cortesia para o passageiro, abertura interna do porta-malas, rodas de aço de 14″, freios ABS com EBD e, ao estilo SUV, apliques de plástico preto nos arcos das rodas.

A versão intermediária Zen ganha direção com assistência elétrica, trava de portas e vidros dianteiros elétricos com comando no painel, limpador do vidro traseiro, revestimento interno do porta-malas e adesivo decorativo na base das portas. A superior Intense (R$ 39.990) traz ainda retrovisores e maçanetas na cor da carroceria (pretos nas outras versões), grade com detalhes cromados, retrovisores e abertura do porta-malas elétricos, faróis de neblina, calotas especiais na cor grafite, volante e estofamento personalizados e sistema multimídia com tela de 7″ sensível ao toque, áudio, navegador e câmera de ré (alguns destes itens só estão disponíveis no pacote Connect).

Com cinco portas e cinco lugares (quatro, na prática), o Kwid tem 3,68 m de comprimento, 2,42 de distância entre eixos (a mesma do up!) e porta-malas com capacidade para 290 litros – o maior da categoria.

 

 

 

 

 





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