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JEEP COMPASS

Nasce mais um SUV brasileiro

novembro 2016

Categoria que não para de crescer, a dos utilitários esportivos! Mês que passou foi a vez do Compass – segundo modelo nacional da marca Jeep, terceiro a sair da novíssima fábrica pernambucana da Fiat.

Lançamento mundial, situa-se em porte e preço entre Cherokee e Renegade. Projetado a partir da plataforma do último, é 18 cm mais longo e 6 cm mais baixo do que o irmão menor. Com 4,42 m de comprimento, seu porta-malas comporta 410 litros (contra exíguos 283 do Renegade), ou 1.191 litros com encosto do banco traseiro recolhido.

São quatro as versões de acabamento – Sport, Limited, Longitude e Trailhawk. As três primeiras podem receber um motor flex de 1.995 cm3 inédito no Brasil, importado do México, com quatro cilindros, bloco de alumínio, 16 válvulas com duplo comando e abertura variável e 159/166 cv, além de câmbio automático de seis marchas. Longitude e Trailhawk podem ser equipados com um diesel de 1.956 cm3 e 170 cv (o mesmo do Renegade) e câmbio de nove marchas.

Tração 4×4 só estará disponível se associada a motorização diesel; caso contrário a tração será nas rodas da frente. Todas as versões possuem suspensão totalmente independente (McPherson na frente e atrás), freios a disco nas quatro rodas (ventilados na dianteira) e direção com assistência elétrica.

Apresentando ótimo acabamento interno e grande quantidade de opcionais e itens de série, o carro compartilha alguns instrumentos e elementos de acabamento com o Renegade e a picape Fiat Toro, também produzida em Goiana. Desde a versão de entrada Sport traz volante ajustável em inclinação e distância, central multimídia com tela sensível ao toque de 5″, computador de bordo, GPS, câmera de ré, limitador de velocidade, controle de tração e estabilidade, assistente de partida em rampa, freio de estacionamento elétrico, faróis de neblina, faróis dianteiros e lanternas traseiras com leds e rodas de alumínio de 17″.

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Jeep Compass Limited e Longitude

 

A versão Longitude agrega ar condicionado de duas zonas, tela de 8,4″, volante com comandos e mudança de marcha e seletor de modo de condução. Limited – a versão mais luxuosa -, traz ainda airbags laterais, de cortina e para joelhos, faróis de xenônio e monitor de ponto cego. Como opcionais, bancos de couro creme, ajuste elétrico dos bancos, partida remota, teto solar e monitores de mudança de faixa e de distância para o veículo à frente.

A versão fora-de-estrada Trailhawk teve a suspensão elevada em dois centímetros, além de ganhar pneus de uso misto, placas extras de proteção inferior, ganchos auxiliares na frente e atrás, sistema de monitoramento de pressão dos pneus e seletor eletrônico para cinco situações de operação: Snow (neve e terrenos escorregadios), Sand (areia), Mud (lama), Rock (rocha) e modo automático. Externamente, a diferenciá-lo das outras três versões, apenas um logotipo próprio e o friso que percorre o carro, acima das portas e abaixo do para-brisa traseiro, na cor cinza (e cromado nos demais).





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L200 TRITON SPORT

A picape da Mitsubishi é totalmente renovada


Depois da Toyota, Chevrolet e Ford, agora foi a vez da Mitsubishi proceder à atualização de sua picape cabine-dupla. Pela primeira vez apresentada na Tailândia, em março de 2015, e desde então comercializada no resto do mundo, a nova L200 enfim aporta no Brasil, já em versão nacionalizada, fabricada em Goiás, aqui batizada L200 Triton Sport.

Embora, quando vistas de perfil, as duas gerações da L200 pareçam o mesmo carro, a Triton Sport é resultado de profundas intervenções – estéticas, técnicas e de conteúdo – no modelo anterior. Externamente, se as linhas gerais da cabine, capô e caçamba tenham se mantido, são novos os faróis, a (algo exagerada) grade comada, os para-choques e lanternas traseiras; também as chapas das laterais – de para-lama a para-lama – e a tampa da caçamba têm novo desenho.

Na mecânica as mudanças se concentraram no conjunto motriz. O antigo motor diesel de 3,2 litros e 170 cv foi substituído por um 2,4 litros muito mais moderno e eficiente, turbinado, com bloco e cabeçote de alumínio e válvulas de abertura variável, rendendo 190 cv; o câmbio automático, por seu lado, passou a ter cinco marchas (eram quatro), permanecendo a opção de caixa manual de seis marchas. Os demais sistemas mecânicos não foram alterados: suspensão independente por braços sobrepostos na dianteira e molas semielípticas e eixo rígido na traseira, freios a disco ventilados na frente e a tambor atrás e direção com assistência hidráulica.

Internamente, painel e quadro de instrumentos foram totalmente redesenhados e a alavanca de engate da tração 4×4, reduzida e bloqueio do diferencial foi substituída por um seletor eletrônico com quatro funções.

 

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Picape cabine-dupla Mitsubishi L200 Triton Sport

 

Além dos ganhos em potência e torque, a nova picape cresceu em tamanho, o que reverteu em mais espaço no banco traseiro e maior volume da caçamba, que cresceu 34% (de 780 para 1.046 litros). Apesar das maiores dimensões (7 cm mais alta e 17 cm mais longa do que o modelo anterior), o peso total  do carro permaneceu o mesmo, em função da troca do motor por uma unidade mais leve e pela utilização, na carroceria, de chapas de aço mais resistentes e de menor espessura. Os 3,0 m de distância entre eixos não foram alterados.

A Triton Sport estará disponível em três versões de acabamento: GLS, HPE e HPE Top, a primeira com caixa manual e as últimas com transmissão automática. Entre os itens de série (a depender da versão) estão: ar condicionado de duas zonas, bancos de couro com controle elétrico, air-bags laterais e de joelhos, sensores de chuva e de faróis, câmera de ré, assistente de partida em rampa, controle eletrônico de velocidade, estabilidade e tração, assistente de condução com reboque e lavadores de faróis.

A picape L200 Triton atual permanecerá em produção nas versões de entrada e intermediárias GL, GLX, Outdoor e Savana.





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