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DIASETA | galeria

Reprodução atualizada da Romi-Isetta, desenvolvida em 1980 pelo empresário do ramo de autopeças Humberto Pereira Dias, de São Bernardo do Campo (SP). Mantendo em linhas gerais a arquitetura do modelo original (porta única à frente e bitolas acentuadamente diferentes, a mais estreita na traseira), o carrinho ganhou 14 cm no comprimento, recebeu um santantônio tubular e foi modernizado em alguns detalhes externos: ganhou quebra-ventos, novos para-choques plásticos na cor preta integrando faróis e lanternas e entradas de ar laterais para ventilação, sobre os para-lamas dianteiros. Alguns componentes vieram de carros de série (lanternas traseiras do Volkswagen Gol e elementos do painel do Fiat 147).

Seriam mantidas as características mecânicas do Romi-Isetta, inclusive o motor monocilíndrico refrigerado a ar BMW, cujos direitos de fabricação estariam sendo negociados com a empresa alemã. Com planos (nada realistas) de oferecer duas versões de carroceria, em chapa de aço ou em fibra-de-vidro, o responsável pelo projeto prometia iniciar a produção já no ano seguinte, à razão de até 1.500 unidades mensais. O Diaseta seria vendido por uma rede de representantes instalada junto a postos de gasolina, sob a forma de unidades completas ou em kits para montagem pelo comprador. Estavam previstos também modelos picape, furgão e táxi. Os planos incluíam a construção de fábrica própria em Montes Claros (MG), mas os planos de produção jamais foram concretizados.





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