BYD
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Hoje um dos maiores fabricantes chineses de veículos, a BYD (de Build Your Dreams) foi criada em 1995 como produtora de baterias, tendo iniciado suas operações no setor automotivo apenas em 2003, mediante a aquisição da Tsinchuan Automobile Co. Ltd.. Ainda em 2009, mesmo sem nunca ter exportado para o Brasil, a empresa iniciou negociações com dois grupos empresarias nacionais – Eike Batista e CAOA, esta a montadora Hyundai de Goiás – visando a eles se associar na produção local de seus automóveis. A elevação das alíquotas de importação de veículos imposta pelo Governo Federal levou a empresa a desistir de seus planos.
Mudando de estratégia, em 2012 a BYD procurou penetrar no segmento de transportes urbanos, trazendo para o país um ônibus elétrico a bateria e oferecendo-o a diversas cidades para testes operacionais. (Segundo a empresa, as baterias de fosfato de ferro-lítio permitiriam autonomia de 250 km, podendo ser recarregadas em três horas.) Novamente se falou em produção nacional, tendo o Estado de Pernambuco de imediato se apresentado como candidato a sediar a nova fábrica.
Quase dois anos depois, no início de 2014, a Byd voltou a cogitar aqui construir uma fábrica (ou adquirir instalações existentes), desta vez em algum município situado num raio de 130 km da capital paulista, onde a partir de 2015 ou 16 seriam anualmente produzidos 4.000 ônibus elétricos do modelo K9, o mesmo em demonstração no país; sua meta seria “montar” mil unidades já em 2015, em versões de 12, 15 e 18 m, estas articuladas. “Em uma segunda fase” lá também seria fabricado o automóvel E6.
A empresa esteve presente na 10a Fetransrio, em novembro de 2014, onde montou um stand, mostrou seu ônibus elétrico e confirmou os planos para o país, ainda que bastante mais modestos: operação imediata de unidade industrial em Campinas (SP), destinada à fabricação de baterias e painéis solares; início de montagem do modelo K9 em fevereiro de 2015, com componentes importados da China e dos EUA sob a forma CKD; início de montagem do articulado de 18 metros K11 em abril. No primeiro ano seriam completadas 250 unidades e, no segundo, 500; a partir da segunda metade de 2016 a BYD passaria a fabricar chassis para encarroçamento por terceiros.
Adiamentos e mudanças de planos, tão comuns nas empresas chinesas candidatas à fabricação nacional, também aqui têm estado presentes. Em meados de 2015 a inauguração da unidade de Campinas foi retardada para o início do ano seguinte; além da montagem de ônibus e baterias, ali seria instalado o centro de pesquisa e desenvolvimento. Novas fábricas seriam a seguir implantadas: para a produção de painéis solares (na segunda metade de 2016) e para a “fabricação local de outros componentes para os diferentes modelos de chassis de ônibus elétricos” (entre 2017 e 18).
Em novembro de 2015 teria sido realizada a montagem dos primeiros ônibus, a título de treinamento, com partes totalmente importadas. Em abril de 2017, por fim, foram inauguradas duas plantas – a de painéis fotovoltaicos e a de chassis e baterias, esta com capacidade para 720 veículos/ano em três turnos. A produção, contudo, não foi iniciada: na ocasião a empresa simplesmente anunciou a decisão de não mais fabricar os componentes elétricos e mecânicos dos chassis, optando pela “formação de uma rede de fornecedores locais“, assim dando início ao processo de nacionalização. As baterias, embora montadas em Campinas, receberiam componentes chineses. As carrocerias seriam fornecidas por terceiros. As primeiras unidades seriam concluídas “nos próximos meses“, com 20% de nacionalização, índice que subiria para 40% em 2018, 50% em 2019 e 60% em 2020, chegando a “70% de conteúdo local de estrutura de carroceria e chassis” em 2021.
Em agosto, na feira Transpúblico 2017, foram mostrados os dois primeiros modelos de chassis nacionalizados – D7M 15.250 (13,1 t e 5,7 m de entre-eixos, para carrocerias de até 9,0 m – já utilizado pela Volare) e D9W 20.410 (19,5 t e entre-eixos de 6,35 m, para carrocerias de 13,2 m), ambos com piso baixo, dois motores elétricos na rodas traseiras (respectivamente com 90 kW/122 cv e 150 kW/201 cv), suspensão pneumática nas quatro rodas e freios a disco regenerativos na frente e atrás. Também foi apresentado um chassi D9W encarroçado pela Caio.
A feira coincidiu com o lento início da produção: um chassi D9W entregue para Campinas (SP), para completar uma encomenda de doze (onze deles importados), e a fabricação das primeiras unidades para a capital paulista, de 60 previstas. A BYD estimou o preço de seus chassis elétricos – sem as baterias – superior em cerca de 10% aos equivalentes a diesel. As baterias (para respectivamente 162 e 324 kWh) seriam alugadas, sendo seu custo diluído ao longo do tempo.
Na Transpúblico 2018, encarroçado pela Caio, foi apresentado o novo chassi D9A – um modelo convencional com piso alto para atrair parcela da massa mais conservadora de operadores. Equipado com suspensão pneumática e dois motores de 150 kW nas extremidades do eixo traseiro (fornecendo o equivalente a 420 cv), permitia receber carrocerias de até 13,2 m para aplicações urbanas, intermunicipais e de fretamento. O lançamento veio acompanhado de mais uma postergação das metas de produção e nacionalização: 60 unidades seriam entregues até o final de 2018, com somente 30% de conteúdo local; o índice de nacionalização só atingiria 50% em 2020 e 70% em 2022.
Em paralelo, estrategicamente a empresa buscou expandir sua presença no mercado brasileiro com modelos importados, começando pelo caminhão compactador de lixo eT8A, que ainda em 2018 teve 200 unidades vendidas para a prestadora de serviço de coleta de resíduos de Indaiatuba (SP), com entregas escalonadas até 2023. Em 2019 introduziu no mercado dois modelos de empilhadeiras e mais adiante passaria a importar também automóveis.
<byd.ind.br>
O que houve de novo a partir de 2020:
- com capacidade para mil unidades/ano, a BYD finalmente inaugura sua fábrica de baterias de ferro-lítio de Manaus (AM) (08/20)
- lançamento do modelo D9F, primeiro chassi elétrico rodoviário da marca no país, para fretamento e médias distâncias, com 300 km de autonomia e carregamento em até quatro horas; capaz de receber carrocerias de até 13,2 m, possui chassi tubular, dois motores elétricos (um em cada roda traseira) com potência total de 402 cv, suspensão pneumática integral (quatro bolsões no eixo traseiro e dois no dianteiro), freios a disco com ABS e frenagem regenerativa, rodas de alumínio e coluna de direção ajustável (05/20)
- BYD inicia a produção de seu primeiro chassi articulado elétrico nacional, denominado D11B, próprio para veículos de 22 metros e 168 passageiros; com estrutura tubular e quatro eixos, é tracionado por quatro motores de 201 cv acoplados aos dois eixos de tração (o terceiro e o quarto, ambos com rodado duplo); a suspensão é pneumática (quatro bolsões nos eixos de tração e dois nos demais), os freios a disco com ABS e regeneração e a direção com assistência eletro-hidráulica; os motores são alimentados por dois bancos de baterias de lítio-ferro-fosfato, com autonomia de 250 km e tempo de recarga de até três horas; apresentado como VLP – Veículo Leve sobre Pneus -, será fornecido com carroceria especialmente desenvolvida pela Marcopolo (08/20)
- apresentação do chassi D11A – versão de piso alto do articulado D11B; próprio para carrocerias de até 23 metros, possui chassi tubular, quatro motores elétricos de 150 kW (equivalente a 201 cv, nas rodas do segundo e terceiro eixos), suspensão pneumático e freios a disco com sistema regenerativo nos eixos de tração (09/20)
- entregues à cidade de São José dos Campos (SP) os primeiros 12 articulados elétricos produzidos em consórcio pela BYD e Marcopolo (11/21)
- BYD anuncia para março de 2022 o início de importação de seus carros elétricos; serão comercializados somente modelos de categoria premium através de rede de concessionárias a ser implantada ao longo do próximo ano; por falta de escala, não se cogita produção local (11/21)
2022
- informando já dispor de 29 pontos de recarga de baterias no país (das quais 21 em São Paulo e quatro no Rio de Janeiro), BYD anuncia que instalará mais seis até o final do ano (01/22)
- iniciadas as vendas do utilitário esportivo elétrico Tan EV, importado da China; a empresa promete inaugurar 45 concessionárias até o final do ano – a primeira em março, em São Paulo (SP) (02/22)
- anunciada a ampliação da fábrica de painéis fotovoltaicos de Campinas (SP), a ser inaugurada em abril (04/22)
- importação do sedã Han EV, o segundo automóvel elétrico da marca introduzido no mercado brasileiro (04/22)
- iniciada a importação do híbrido D1, próprio para uso como táxi ou aplicativo, desenvolvido na China em conjunto com a empresa controladora da 99 Taxi (07/22)
- iniciada a pré-venda do utilitário esportivo hatchback Song Plus DM-i, o segundo híbrido e quarto elétrico BYD importado da China (09/22)
- assinatura de carta de intenções com o Governo do Estado da Bahia para a instalação de três unidades de produção nas fábrica desativada da Ford em Camaçari: uma planta para processamento de fosfato e lítio para baterias, voltada para exportação para a China, uma linha de fabricação de chassis de ônibus e caminhões 100% elétricos (ambas a serem inauguradas até setembro de 2024) e uma linha de produção de automóveis elétricos e híbridos (com início de operação em janeiro de 2025); o investimento alcançaria R$ 3 bilhões e geraria 1.200 empregos (10/22)
- importação do utilitário esportivo médio 100% elétrico Yuan Plus (11/22)
- 23 ônibus elétricos foram produzidos pela Byd brasileira em 2022, vs 18 unidades no ano anterior (12/22)
2023
- a convite do governo estadual do Paraná, reunião em torno da oferta do Estado sediar a fábrica de motores da empresa chinesa nas instalações recentemente desativadas da Fiat em Campo Largo (01/23)
- Byd confirma planos para produção na Bahia e descarta interesse na aquisição da fábrica de Campo Largo (PR) (03/23)
- BYD desembarca 700 veículos híbridos e elétricos no porto de Vitória (ES) – o maior lote já importado pela empresa no país (03/23)
- em visita do Presidente Lula à China, BYD reafirma compromisso de instalar sua fábrica de automóveis na Bahia, mesmo que para tal necessite adquirir terreno e construir novas instalações; enquanto as negociações para a compra da planta da Ford continuam, autoridades federais aventam a hipótese de desapropriar as instalações a título de interesse público para subseqüente venda à BYD (04/23)
- articulado BYD D11B com carroceria Marcopolo inicia testes em Curitiba (PR) (04/23)
- empresa define meta de comercializar 10.000 automóveis no Brasil em 2023 (05/23)
- lançamento do hatch elétrico Dolphin, “modelo de entrada” da marca e uma das opções consideradas para futura nacionalização; espaçoso, bem equipado e tecnologicamente atualizado, será o segundo elétrico mais barato do país; decidida a conquistar parcela significativa do mercado enquanto se prepara para a produção nacional, a BYD oferecerá o novo carro com revisão gratuita por cinco anos ou 100.000 km (06/23)
- oficialmente comunicada pela BYD a decisão de instalar três unidades produtivas em Camaçari (BA), para a produção de automóveis e caminhões elétricos e processamento de lítio; com capacidade para 150.000 unidades/ano, a planta de automóveis envolverá investimento de R$ 3 bilhões e criação de 5.000 postos de trabalho na região; o início de produção está previsto para o final de 2024, à razão de 30.000/ano dos modelos híbrido Song e elétrico Dolphin; o Estado da Bahia contribuirá com isenção do ICMS até 2032 e, parcialmente, do IPVA para veículos elétricos produzidos localmente; em paralelo, a empresa chinesa anunciou a intenção de criar centro de pesquisa e desenvolvimento em Salvador (BA) tendo em vista, entre outros projetos, adaptar seus veículos híbridos à tecnologia flex a etanol (07/23)
- apresentação do segundo modelo da família Ocean – Seal, com previsão de lançamento, a curto prazo, como sedã elétrico mais barato do país; na ocasião, a BYD anunciou a ampliação do prazo das revisões periódicas (agora 20.000 km) e o aumento da garantia dos veículos vendidos no país (para oito anos ou 200.000 km para órgãos motrizes e sem limite de quilometragem para baterias) (07/23)
- concluídas negociações entre governo estadual da Bahia e Ford para a transferência de propriedade da fábrica de Camaçari para o Estado, com posterior remuneração à empresa em valores de mercado pelas benfeitorias realizadas; com isto a Bahia estaria liberada para vender as instalações para a BYD, que então ressarciria o montante pago pelo Estado (08/23)
- em oito anos de operação, a fábrica de Campinas alcança produção de 140 chassis elétricos – 93 operando no Brasil e os restantes exportados para Chile e Colômbia; o índice de nacionalização alcança cerca de 50% (08/23)
- híbrido BYD Yuan Plus escolhido pela revista 4 Rodas como Melhor Compra 2023 na categoria Elétricos até R$ 300.000 (08/23)
- início de comercialização do sedã Seal e importação de versão mais potente do elétrico Dolphin (204 cv, frente à versão “de entrada” com 95 cv) (09/23)
- BYD reduz em R$ 40.000 (quase 15%) o preço do Yuan Plus (10/23)
- no dia 4, mediante pagamento de 50% do ressarcimento acordado entre as partes, assinado contrato de transferência das instalações de Camaçari para o Governo da Bahia; calculado pela Caixa Econômica Federal, o montante total de R$ 220 milhões visa cobrir os investimentos adicionais efetuados pela Ford enquanto ocupou as instalações; os restantes 50% serão pagos em até 40 dias (10/23)
- BYD anuncia Yuan Plus como terceiro modelo a ser produzido no país, em conjunto com Song Plus e Dolphin (10/23)
- dia 9, mediante ato simbólico de lançamento de pedra fundamental na presença de autoridades federais e estaduais, BYD assume a fábrica de Camaçari (10/23)
- Dolphin escolhido como Carro do Ano 2024 pelo júri de jornalistas da revista Autoesporte (12/23)
- BYD entra em novo mercado no Brasil, com a comercialização de carregadores rápidos e ultra-rápidos para veículos elétricos; as vendas teriam início em três meses (12/23)
- inauguração de laboratório de pesquisa e desenvolvimento junto à fábrica de painéis fotovoltaicos de Campinas; destinado a estudar o ciclo de produção de placas solares desde a mineração de silício, será o primeiro da categoria na América Latina (12/23)
- com 17.938 unidades comercializadas no país em 2023, BYD ultrapassa em mais de 70% sua meta para o ano; Dolphin e Yuan Plus foram respectivamente o primeiro e o terceiro elétrico mais vendidos do pais, com 38 e 10% de participação (12/23)
2024
- BYD ultrapassa Tesla como maior fabricante de automóveis elétricos do mundo (01/24)
- interessada em explorar lítio em território nacional, BYD inicia negociações com a empresa canadense Sigma Lithium, maior mineradora de lítio do país, com instalações no Vale do Jequitinhonha; ainda em aberto, as discussões envolverão desde acordo para fornecimento do mineral até aquisição da filial brasileira (01/24)
- BYD cede ao Governo Federal, por comodato, um utilitário esportivo elétrico Tan para uso da Presidência da República (01/24)
- em janeiro BYD ultrapassa, em unidades vendidas, Chery, Citroën e Peugeot (02/24)
- com objetivo de acelerar a mobilidade elétrica no país, BYD firma convênio com a empresa de energia Raízen visando, ao longo de três anos, instalação de 600 centrais de recarga para veículo elétricos em postos Shell na capital de oito estados (DF, PA, BA, MG, RJ, SP, PR e SC); donos de carros BYD terão desconto na recarga (02/24)
- lançamento de mais um modelo – Dolphin Mini (Seagull, na China), com quatro lugares -, o carro 100% elétrico mais barato da marca no país (o veículo poderá ser encomendado pelo portal Mercado Livre); na oportunidade, a empresa informou que, alterando os planos iniciais, o modelo será o primeiro a ser produzido no Brasil (02/24)
- teste comparativo da revista 4 Rodas (fevereiro de 2024) cotejando os elétricos chineses BYD Dolphin Plus e Great Wall Ora 03 GT deu vitória ao primeiro, por seu destaque em desempenho, autonomia, espaço interno, porta-malas e conforto; no mês seguinte, contudo, a relação se inverteu: ao comparar as versões básicas Dolphin e Ora 03 Skin, o carro da GWM se mostrou amplamente superior em desempenho, dirigibilidade, equipamentos e acabamento (03/24)
- aquisição de terreno vizinho à fábrica de Camaçari e início das obras; segundo o cronograma da empresa, a entrega dos primeiros automóveis ocorrerá “até o final do ano“; montados com componentes importados, “em até cinco anos” alcançariam 70% de conteúdo local (03/24)
- com 8.726 veículos emplacados no primeiro bimestre do ano, a BYD alcança o décimo posto no ranking nacional, ultrapassando a soma de vendas da Citroën e Peugeot no período (02/24)
- com 57 concessionárias já instalados, BYD pretende atingir 150 lojas até o final do ano; para suprir os carros importados, o centro de distribuição de peças de Cariacica (ES) será duplicado no mesmo período (03/24)
- BYD agrega mais R$ 2,5 bilhões ao montante inicial de investimentos em Camaçari, destinados à ampliação das antigas instalações da Ford de modo a elevar a capacidade de produção para 300.000 veículos/ano e à instalação de centro de pesquisa e desenvolvimento em Salvador (03/24)
- ônibus elétrico BYD D9W com carroceria Caio é colocado em teste de 30 dias no aeroporto de São José dos Pinhais (PR) (04/24)
- BYD amplia para 200 a meta de concessionárias instaladas até o final de 2024 (05/24)
- recém lançada globalmente, a picape elétrica Shark será fabricada no Brasil (05/24)
- iniciada a importação do utilitário esportivo Song Pro, versão plug-in mais curta do Song Plus (05/24)
- navio da BYD desembarca em Suape (PE) 5.500 automóveis (05/24)
- importação do sedã híbrido plug-in King, nono lançamento da marca no Brasil (06/24)
- BYD encerra primeiro semestre com 60.000 veículos importados; empresa declara que, mesmo com o aumento dos impostos federais para importação de veículos elétricos , não elevará o preço de seus carros (06/24)
- com 32.600 unidades licenciadas nos seis primeiros meses do ano, BYD encerra o semestre como a décima marca mais vendida do país (06/24)
- BYD se inscreve e é habilitada no programa federal Mover – Mobilidade Verde e Inovação (06/24)
- BYD anuncia que (ao invés do Dolphin Mini) será o utilitário esportivo Song Pro o primeiro modelo da marca a ser fabricado no pais, “com a montagem do carro em CKD ainda este ano” (…); “no primeiro semestre de 2025, daremos sequência à fabricação completa” (07/24)
- chega ao mercado o modelo Dolphin Mini na versão de cinco lugares (07/24)
- avaliação anual Qual Comprar 2024 da revista Autoesporte escolhe Seal e Dolphin como Melhor Elétrico Premium e Melhor Elétrico do mercado (06/24)
- também a revista 4 Rodas aponta Dolphin Melhor Compra 2024, como Destaque do Ano, comentando: “pode até não ser o melhor em sua categoria, mas tem o mérito de ter popularizado os elétricos no Brasil em apenas um ano” (08/24)
- Dolphin Mini passa a ser o primeira carro elétrico no país oferecido com desconto para o público PcD (08/24)
- mais nove ônibus elétricos D9W com carroceria Caio são agregados ao sistema de transporte de São Paulo (SP) (08/24)
- iniciada a importação do utilitário esportivo elétrico Yuan Pro (09/24)
- BYD participa da feira LatBus sem apresentar novidades; além de baterias e postos de recarga, foram expostos os chassis D9W e D9A, ambos na versão urbana (09/24)
- lançamento oficial da picape híbrida plug-in Shark (10/24)
- importação do híbrido plug-in Song Premium, versão superior da linha Song (11/24)
- Anistia Internacional aponta BYD como a pior empresa fabricante de veículos elétricos do planeta em transparência de direitos humanos (11/24)
- nos últimos dias de novembro, Ministério Público do Trabalho da Bahia abre inquérito e passa a investigar a BYD após denúncias documentadas de condições precárias, cláusulas contratuais abusivas e agressões físicas a trabalhadores pela empreiteira chinesa contratada pela empresa para a construção de sua fábrica (11/24)
- quatro dias depois da divulgação do fato, o único alto executivo brasileiro da empresa anunciou já ter sido pedido o “cancelamento do contrato das empreiteiras envolvidas e também o dos vistos concedidos aos chineses denunciados, com retorno à China“; a despeito disso, no dia 23, força-tarefa do MPT e órgãos federais resgatou 163 operários chineses que trabalhavam em condições análogas à escravidão e interditou parte das obras da fábrica; ato contínuo, foi suspensa a emissão de vistos de trabalho temporário para a montadora (12/24)
- em meio ao escândalo levantado pelo inquérito do MPT, a BYD anuncia para março a inauguração da fábrica de Camaçari, que começaria a operar com montagem do modelo Dolphin Mini com subconjuntos importados da China; até agosto seriam contratados 10.000 empregados, mês em que “começarão a ser ativados processos produtivos como estamparia e pintura” e será dada partida à “fabricação” (leia-se montagem com elementos totalmente importados) de motores 1.5 flex plug-in; registre-se que até aquele momento nenhum fornecedor local de componentes havia sido contratado (12/24)
- Dolphin Plus recebe cinco estrelas nos testes de colisão realizados pelo Latin NCAP, com 93% de proteção para ocupantes adultos, 93% para crianças, 77% para pedestres e 85% para assistência à condução (12/24)
- mesmo sem fabricar no país e não possua nenhum modelo entre os 20 mais vendidos no país, BYD chega ao final de 2025 em décimo lugar em vendas internas, com 76.811 unidades comercializadas (mais do que quadruplicando o total de 2023) e 3,1% de participação, à frente da Citroën, Peugeot e Chery; a marca respondeu por quase 75% dos emplacamentos de carros importados no ano; elétrico mais vendido, Dolphin Mini ficou em 35a posição; Song Plus ocupou a 41a e Dolphin a 49a (12/24)
- Dolphin foi o vencedor da avaliação Os Eleitos 2024, da revista 4 Rodas, nas categorias Hatches Compactos e Grande Campeão (12/24)
- Dolphin Mini apontado como Lançamento do Ano 2025, pelo portal Automotibe Business, na categoria Carro de Aplicativo (12/24)
2025
- nova auditoria realizada pelo MPT detectou cerca de 500 operários chineses trabalhando com vistos irregulares nas obras de Camaçari, multando a BYD por cada empregado em condição ilegal; duas semanas após, com a obra ainda parcialmente embargada, a empresa anunciou que, além de substituir a empreiteira chinesa por uma construtora nacional, decidiu constituir comitê específico para acompanhamento das condições de trabalho e cumprimento da legislação trabalhista brasileira (uma empreiteira nacional foi de fato contratada, porém por apenas 30 dias, para “adequar” as obras embargadas às normas oficiais); em paralelo, foi reforçada a vigilância interna e sobre os funcionários, embora a empresa negue que a ação tenha relação com os fatos revelados (01/25)
- mais 60 chassis elétricos BYD D9W com carroceria Caio entram em operação na cidade de São Paulo (01/25)
- Anfavea avalia apresentar ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços pedido de averiguação de prática de dumping pela BYD e Great Wall, que têm importado veículos aos milhares para formação de estoque; a denúncia deve seguir os mesmos critérios usados pela União Europeia contra os fabricantes chineses (01/25)
- monotrilho BYD Skyrail inicia testes na linha 17 do Metrô de São Paulo (01/25)
- BYD empresta, por dois anos, 20 automóveis Seal novos para o Supremo Tribunal de Justiça (02/25)
- imprensa revela a aquisição pela BYD, no final de 2023, do direito de exploração de duas áreas de mineração de lítio, totalizando 8,5 km2, em Coronel Murta, no Vale do Jequitinhonha (MG), (02/24) navio próprio da BYD vem pela segunda vez ao Brasil e desembarca mais 5.500 automóveis em Vitória (ES); a Anfavea divulgou nota manifestando preocupação e lembrando que já há mais de 40.000 unidades estocadas em pátios, na grande maioria da marca (02/25)
- BYD ultrapassa 100.000 veículos vendidos no país, cerca de 75% deles em 2024 (02/25)
- BYD planeja abrir mais 107 concessionárias em 2025, totalizando 272 até o final do ano (03/25)
- solicitação de mais incentivos e adiamento da produção nacional: no mês em que deveria inaugurar sua fábrica brasileira, BYD solicita ao Governo Federal redução das tarifas de importação para veículos sob regime SKD e CKD; deixando clara a intenção (não declarada) de apenas montar veículos no país, e não produzi-los com componentes nacionais, a empresa pleiteia que a taxa de 35% prevista para julho de 2028 seja reduzida para meros 5 ou 10%, respectivamente para carros montados com partes (sempre importadas) completamente desmontadas ou semi-montadas; o assunto foi matéria de capa da edição de abril da revista Autodata sob o título O Jogo Oculto da BYD (03/25)
- na feira de logística Intermodal South America, apresentação do modelo Dolphin na versão Mini Cargo, com capacidade para 289 kg ou 2,1 m3 (04/25)
- durante o mês de maio, quase toda a linha de modelos BYD é vendida com descontos de R$ 5.000 até R$ 50.000 (05/25)
- BYD planeja instalar mais 150 carregadores rápidos em suas concessionárias, a serem disponibilizados para qualquer carro elétrico, independente da marca (05/25)
- BYD foi o fabricante de veículos que mais investiu em propaganda de TV no país no primeiro quadrimestre do ano (05/25)
- Correios iniciam teste com elétrico Dolphin Mini Cargo (05/25)
- Ministério Público do Trabalho ingressa com ação contra BYD e duas construtoras que operavam na construção da fábrica de Camaçari por tráfico internacional de pessoas e por manter trabalhadores em condições análogas à escravidão (28/05/25)
- vice-presidente da empresa anuncia inauguração da fábrica de Camaçari para as 9h00 de 26 de junho, iniciando a montagem do Dolphin Mini com kits semi-montados importados da China; o executivo informou que a BYD acredita na aprovação pelo Governo Federal do pleito de redução das taxas de importação (28/05/26)
- navio com mais 7.000 automóveis desembarca no porto de Itajaí (SC) (05/25)
- na China, sob protesto dos demais fabricantes, BYD reduz em 35% o preço de venda de seus modelos (06/25)
- operadora paulistana inicia teste de um mês com ônibus articulado BYD D11B com carroceria Caio (06/25)
- Yuan Pro é apontado pela revista 4 Rodas como o automóvel com Menor Custo de Uso 2025 na categoria Elétrico (06/25)
- Yuan Pro e Seal vencedores da seleção Qual Comprar 2025, da revista Autoesporte, nas categorias Elétrico e Elétrico Premium (06/25)
- Prêmio Mobilidade Limpa, da Agência AutoInforme aponta Dolphin Mini e Dolphin como os dois carros com melhor consumo energético do país (06/25)
- ainda com obras em andamento, sem licenças da autoridade ambiental e dos Bombeiros, com apenas 800 trabalhadores contratados e tendo até o momento montado localmente somente alguns protótipos em início de fase de testes, a fábrica de Camaçari é “inaugurada” em 1 de julho; com capacidade inicial de produção de 150 mil unidades/ano, as primeiras 50 mil seriam construídas a partir de conjuntos semidesmontados totalmente importados; segundo o vice-presidente da empresa, serão “12 meses no regime SKD, passado esse período vamos investir na expansão do polo para começar a nacionalizar a produção em 2016“; como grande triunfo, foi anunciado que os pneus já terão fornecedor nacional; serão fabricados os modelos Dolphin Mini, Song Pro (GL e GS) e King (GL e GS); aguardando decisão federal sobre seu pedido de redução de alíquota de importação de componentes SKD, o executivo ameaçou, caso não tiver o pleito atendido, “manter a importação dos três carros para complementar a oferta local” (07/25)
- ônibus elétrico BYD D9W com carroceria Caio inicia 30 dias de testes de uso em Uberlândia (MG) (07/25)
- Dolphin completa dois anos no país com 21.500 unidades vendidas (07/25)
- entrega de 60 elétricos D9W com carroceria Caio para operadoras urbanas de São Paulo (SP); com 95 chassis vendidos, a BYD respondeu por 31,0% do mercado no primeiro semestre do ano (07/25)
- em reação às recentes manifestações da BYD com relação à sua demanda por redução de impostos de importação, General Motors, Toyota, Stellantis e Volkswagen enviam mensagem conjunta ao Presidente da República manifestando sua grande preocupação com os riscos que a eventual aprovação do pedido traria para a indústria brasileira (07/25)
- em paralelo, com o apoio de sindicatos de trabalhadores, Sindipeças e Federações das Indústrias de oito estados, Anfavea divulga contundente manifesto contra o pedido de redução das alíquotas de importação, por 36 meses, apresentado pela empresa chinesa (07/25)
- também a Associação Brasileira de Engenharia Automotiva emite nota oficial manifestando preocupação com o assunto (07/25)
- governo federal não só rejeita o pleito da BYD de redução da alíquota de importação para unidades CKD, como antecipa em um ano e meio a vigência da tarifa de 35% para veículos eletrificados, que passa a vigorar em janeiro de 2027 e não mais em julho de 2028; em contrapartida, cria cota com isenção do Imposto de Importação para veículos eletrificados desmontados e semidesmontados pelo prazo de seis meses, até o começo de 2026, limitada a US$ 463 milhões (07/25)
- Brasil responde por mais de 10% das vendas internacionais da BYD no primeiro semestre, posicionando-se como maior mercado da marca fora da China (07/25)
- em três anos BYD vendeu 150.000 veículos no Brasil; os emplacamentos no primeiro semestre foram 48% maiores do que no mesmo período de 2024, a marca atendendo por 77,25% dos carros eletrificados vendidos no país nos primeiros seis meses (07/25)
- chassis de ônibus BYD nacionais passam a utilizar baterias tipo Blade, dispostas na horizontal, ocupando menos espaço e aumentando a rigidez estrutural do veículo, tecnologia desenvolvida pela empresa lançada mundialmente em 2020 e utilizada em seus automóveis; a partir de 2026 as baterias serão montadas em Manaus (08/25)
- em reunião com Sindipeças e fabricantes do setor, BYD anuncia meta de até 2027 alcançar 50% de nacionalização de seus veículos; dentre as demandas apresentadas aos fornecedores, foram citados apenas itens simplórios como baterias, para-choques e pneus (08/25)
- entrega de quatro ônibus elétricos articulados BYD com carroceria Marcopolo para o sistema integrado de Goiânia (GO) (08/25)
- Terminal de Contêineres de Paranaguá adquire mais um ônibus elétrico BYD D9W com carroceria Marcopolo Torino para o transporte de funcionários no pátio do porto (08/25)
- BYD contrata mais 365 trabalhadores e informa ter iniciado a produção em Camaçari (08/25)
- BYD Song Pro GS, Dolphin Plus e sedã Seal apontados pela revista 4 Rodas como Melhor Compra 2025 nas categorias Híbridos até R$ 200.000, Elétricos até R$ 200.000 e Elétricos até R$ 500.000 (08/25)
- pesquisa realizada pela federação nacional de concessionárias Fenabrave com as redes de revenda de 23 fabricantes presentes no Brasil aponta a BYD em 18o
lugar em satisfação das relações da concessionária com o fabricante, destacando-se negativamente inclusive ante as duas outras marcas chineses presentes na avaliação – Great Wall e Chery, que ocupam, respectivamente, segundo e sexto lugares (09/25) - BYD introduzirá no mercado brasileiro sua marca de luxo Denza, criada em 2010 em associação com a Mercedes-Benz e com o primeiro veículo lançado em 2014; será operação independente, contando com rede própria de concessionárias; a comercialização terá início em outubro, com dois modelos – o hatch elétrico Z9GT e o utilitário esportivo híbrido B5 (09/25)
- dia 9 de outubro, com a presença do Presidente da República, inauguração oficial da fábrica brasileira da BYD (as primeiras unidades do elétrico Dolphin Mini montadas no Brasil estariam começando a ser entregues às concessionárias); no evento foi apresentado um exemplar flex do híbrido plug-in Song Pro (ainda importado) da futura edição especial de 30 unidades COP30 – segundo o fabricante “o primeiro motor flex do mundo aplicado em uma arquitetura híbrida plug-in de base elétrica“; a comitiva presidencial e a imprensa não tiveram acesso, sequer visual, à linha de fabricação, restrita à montagem de subconjuntos totalmente importados da China (10/25)
- Dolphin Mini ganha versão de entrada GL e passa a ser oferecido por menos de R$ 100.000 a taxistas e pessoas com deficiência (por ser montado no Brasil, o carro passa a ter direito à modalidade de faturamento direto e descontos especiais a pessoas jurídicas e clientes específicos) (10/25)
- Presidente da BYD anuncia projeto de construção de centro de pesquisas e desenvolvimento de veículos autônomos e pista de testes anexa junto ao Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro (RJ); não foram divulgados prazos para a implantação do empreendimento (10/25)
- poucos dias após inaugurada a planta, o Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari encaminha denúncia ao Ministério Público do Trabalho acusando a empresa de pressionar os empregados, por meio de carta, a se oporem à contribuição sindical descontada dos salários (10/25)
- quinze dias depois da inauguração um primeiro lote de somente 75 automóveis montados em Camaçari é despachado para as concessionárias; com componentes totalmente importados, 363 Dolpihn Mini foram montados no primeiro mês de operação da planta (10/25)
- em evento da ANTP, apresentação do novo chassi elétrico de entrada baixa e médio porte BYD BC10LE, para atender demandas urbanas em áreas centrais; com 10 m de comprimento, o veículo é equipado com baterias Blade de lítio-ferro-fosfato (10/25)
- BYD introduz no mercado brasileiro sua marca de luxo Denza, apresentando no Salão do Automóvel o utilitário esportivo 4×4 elétrico B5; para 2026 está prevista a chegada do cupê Z9 GT e da minivan D9 (foi informado que um dos modelos da marca será produzido no Brasil); a empresa aproveitou o Salão para colocar à venda mais um modelo importado – Atto 8, seu utilitário esportivo elétrico mais caro e veloz (11/25)
- versões de entrada do Dolpin Mini, King e Song Pro passam a contar com descontos especiais para pessoas jurídicas, taxistas e público PcD (11/25)
- onze modelos BYD passam a ser comercializados através do portal virtual OLX (12/25)
- BYD informa que, em 45 dias, 10.000 veículos Dolpin Mini, King e Song Pro teriam sido montados em Camaçari (11/25)
- trabalhadores das empreiteiras que executam obras nas instalações de Camaçari entram em greve por melhores condições de trabalho e transporte (12/25)
- BYD ultrapassa Tesla e torna-se o maior fabricante mundial de carros elétricos (12/25)
- inaugurada em São Paulo (SP) a primeira concessionária Denza no país (12/25)
- balanço de 2025: emplacamento de 100.000 automóveis (majoritariamente importados, com crescimento de 30% sobre 2024), 18.000 veículos montados no país e 195 chassis elétricos comercializados (mais do que o quádruplo do ano anterior; 600 unidades foi o total produzido desde a inauguração da fábrica de Campinas em 2015) (12/25)
2026
- comunicado oficial da BYD informa que híbrido plug-in Song Plus, já fora de linha na China, será o quarto modelo a ser produzido no Brasil (01/26)
- visando a abertura de segundo turno, é iniciado processo de contratação de mais 1.500 trabalhadores em Camaçari (01/26)
- locadora de veículos Localiza firma contrato com a BYD para compra de 10.000 veículos da marca nos dois próximos anos (02/26)
- Denza inaugura em Brasília (DF) sua terceira concessionária própria; ainda no primeiro semestre a unidade receberá o primeiro carregador Flash do Brasil; desenvolvido pela BYD, o equipamento tem potência de até 1.500 kW por conector, permitindo elevar o nível de carga da bateria de 10 para 70% em cinco minutos e chegar a 97% em cerca de nove minutos (03/25)
- Chassi elétrico BYD D7M 15.250.
- Chassi elétrico BYD D9W 20.410.
- Os dois chassis nacionais da BYD em publicidade de novembro de 2017 (fonte: Jorge A. Ferreira Jr.).
- Chassi com piso alto D9A, lançado em 2018.
- O chassi de piso alto ilustrando propaganda de novembro de 2018.
- Chassi D9A em vista ¾ posterior.
- D9F - primeiro chassi elétrico nacional para ônibus rodoviários e de fretamento, lançado pela BYD em 2021.
- Publicidade da Prefeitura de São José dos Campos, publicada em setembro de 2021, anunciando a breve chegada de seus primeiros articulaos elétricos BYD-Marcopolo.
- Chassi articulado de piso baixo D11B.
- Chassi articulado de piso alto D11A.
- Publicidade de página inteira de jornal comemorando o título de Carro do Ano para o elétrico Dolphin.
- Além de Carro do Ano, o modelo foi o elétrico mais vendido do país em 2023 - para o que muito contribuiu a agressiva política de preços da BYD; a propaganda é de janeiro de 2024.
- Propaganda de agosto de 2024 celebrando o prêmio Destaque do Ano conferido ao Dolphin pela revista 4 Rodas.
- Chassi D9A no stand da BYD na feira LatBus 2024 (foto: LEXICAR).
- O chassi de piso baixo D9W no mesmo evento (foto: LEXICAR).
- Chassi D9A ilustrando material publicitário distribuído na LatBus 2024.
- A cada embarque em navios próprios (um deles o maior ro-ro do mundo), a BYD invade o país com dezenas de milhares de novos automóveis.
- Enquanto ganha terreno no mercado posterga a produção local, insistindo na simples montagem com elementos trazidos da China; a imagem mostra o kit, totalmente importado (até pneus!), para o qual em março de 2025 solicitou ao Governo Federal redução de taxa de importação.
- Dolphin Mini Cargo, colocado em teste pelos Correios em maio de 2025.
- Chassi BYD equipado com baterias tipo Blade, mais compactas e semelhantes às dos automóveis da marca; serão utilizadas no Brasil a partir de 2026.
- Publicidade de agosto de 2025, veiculada dois meses antes da inauguração da fábrica brasileira.
- Esta era a situação da fábrica de Camaçari no dia de sua inauguração (foto: Iracema Chequer / autodata).
- Dolphin Mini: primeiro modelo montado no Brasil a chegar à rede de concessionárias.
- Dolphin Mini "nacional" - montado com 100% de elementos importados da China.
- Parte do lote dos primeiros 75 Dolphin Mini montados no país é despachado no final de outubro de 2025 para concessionárias de Brasília.
- Chassi elétrico midi BC10LE, apresentado em outubro de 2025.





























